Prefeitura de Caçamari autoriza a realização do Camaforró neste ano


A Prefeitura Municipal de Camaçari autorizou no final da manhã desta segunda-feira (17), a realização do tradicional Camaforró – O São João de Camaçari. Uma reunião com a equipe organizadora da festa foi solicitada, composta dos secretários municipais e a Coordenação de Evento e a STT, marcada para a próxima quinta-feira, onde irão debater sobre a festa que acontece anualmente no mês de junho.

Desde o início do ano, todas as festas populares estavam suspensas devido aos problemas financeiros envolvendo o município =, resultado da troca de gestão. Porém o prefeito Antônio Elinaldo (DEM) realizou o anúncio após uma reunião com secretários, em uma entrevista coletiva aberta para os profissionais da imprensa que o Camforró irá acontecer. Como anunciado pelo Camaçari Notícia, neste ano, o evento terá o patrocínio da cervejaria Brasil Kirin, donos das marcas Schin e Itaipava.

O Camaforró traz para Camaçari grande fluxo de pessoas nos dias de festa, aquecendo a economia local, desde pequenos ambulantes a grandes empresas, além de trazer alegria e a tradição do São João para a cidade.

Recentemente fãs da cantora Joelma fizeram uma campanha nas redes sociais pedindo a artista no evento, que é o maior da região metropolitana de Salvador



A problemática dos Hoaxes: boatos na internet


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Vivemos em uma sociedade cada vez mais virtual, onde as relações interpessoais se desenvolvem através dos computadores, das redes sociais e do whatsapp. A internet é uma ferramenta moderna que facilita não apenas a comunicação, mas também a informação porém, esse mundo cada vez mais “on line” traz consigo diversos perigos que devem ser observados por seus usuários, os hoaxes.

Hoaxes são boatos, assuntos, noticias, informações de caráter duvidosos que podem ser enviadas para diversas pessoas e que circulam com grande facilidade pelo mundo virtual. Estes boatos não se confundem com os spans normais que apenas fazem propagandas de serviços ou produtos, mas normalmente envolvem notícia inverídica sobre pessoas, produtos ou situações e acabam se espalhando muito rapidamente tomando grandes proporções.

O problema da existência desses boatos é a grande facilidade, de nos dias atuais, serem disseminados, divididos, compartilhados. Esses hoaxes podem trazer acontecimentos duvidosos, ou até mesmo, envolver nome de pessoas, fotos em situações vexatórias e até criminosa. Normalmente trazem tais informações de modo apelativo, para mexer com o emocional, para que causem pânico, temor ou compaixão entre os que recebem e estes repassem temendo que tal fato, ou pessoa passem despercebidos.

Tais informações recebidas diariamente por milhares de pessoas, como uma fofoca, devem ser observadas minuciosamente por quem as recebe para que não acabe divulgando fato, notícia inverídica ou fato delituoso. Podemos citar como exemplo de notícias dessa natureza: a morte de algum artista, foto de uma pessoa doente que pede ajuda financeira, foto de uma pessoa denominada como criminosa, produtos de consumo com larvas, dentre outros. O perigo reside em o indivíduo receber tais informações e não as filtrar, simplesmente passar adiante e estes que recebem repassarem, como uma grande bola de neve, onde a dimensão de tal informação toma proporções indescritíveis.

Desse modo, as pessoas devem restar atentas, tomarem cuidado, com o que recebem ou leem em suas redes sociais. Tais informações devem ser filtradas, analisadas quanto a sua veracidade e na dúvida não devem ser compartilhadas.

Não se deve compartilhar fotos ou notícias que envolvam pessoas, crianças, crimes, fatos dos quais não se tem a certeza de que realmente ocorreram, pois tais situações podem causar transtornos a outras pessoas e o indivíduo que as compartilha pode até mesmo acabar respondendo por crime de calunia, injuria ou difamação.

Noticiais verdadeiras são facilmente encontradas em sites, jornais de grande circulação e por isso antes de compartilhar e ajudar que os hoaxes se espalhem, se questione quanto a veracidade de tal informação repassada, mesmo que tal mensagem seja apelativa, reflita para não acabar ajudando na propagação de um boato.

 Em suma, na dúvida não compartilhe!

Caroline Veloso – Advogada



O Problema do abandono de animais domésticos


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O abandono de animais domésticos nas grandes e pequenas cidades é uma problemática contemporânea que deve ser observada não apenas pelas autoridades públicas como pela própria sociedade. Além de ato desumano e cruel este é gerador de problemas sociais prejudiciais à saúde humana, a fauna silvestre, bem como ao meio ambiente.

Para analisar e compreender tal problemática que envolve o direito animal, o direito a saúde humana e ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, os cidadãos precisam começar a compreender a importância e a responsabilidade que envolve ser detentor de um animal doméstico pois, cabe ao proprietário o dever de zelar por sua guarda, saúde e vida.

Animal doméstico, ou domesticado é aquele que possui a convivência com o homem, que compõe a denominada fauna urbana e que mesmo não sendo fauna silvestre possui importância para o meio ambiente e para a sociedade que depende do meio ambiente equilibrado e saudável.

Ser detentor de um animal doméstico não quer dizer ser possuidor de um objeto que pode ser descartado a qualquer tempo, por qualquer motivo e para o Direito esta é uma infração legal cabível e passível de sanção.

Independente da obrigação que o Poder Público tem de conscientizar as pessoas para que não abandonem seus animais e punir os que assim agirem, o ato de abandonar parte do indivíduo que deve atentar para o quão cruel é essa ação e para as consequências não apenas jurídicas, mas sociais da mesma.

O animal abandonado vaga por ruas, estradas, revira lixo, pode ser causador de acidentes, vetor de doenças (como raiva, sarnas, leishmaniose, dentre outras), causar um descontrole populacional de animais de rua e predar animais silvestres importantes para o equilíbrio da natureza e estas consequências devem ser de conhecimento dos cidadãos que possuem o dever de cuidar dessas vidas que acabam à mingua pelas ruas. (mais…)