Dicas para galgar êxito em entrevista de emprego


 

Kelly Dourado 2

Por: Kelly Dourado

A entrevista, ou o “se sair bem nela” pode ser um “visto” para o emprego dos sonhos, depende do desempenho de cada um.
Alguns passos são fundamentais, entre eles:
• Procurar informações sobre a empresa, se ela é de pequeno, grande ou médio porte. Conhecer um pouco sobre a empresa, no momento da entrevista, demonstra interesse e dedicação.
• Levar uma cópia do currículo, pois mesmo tendo enviado por e_mail, a tecnologia pode falhar ou o entrevistador esquecer de imprimir.
• Desligar o celular. Vive-se em um tempo onde as pessoas já não desgrudam mais do celular, porém se o entrevistado não desligar seu aparelho poderá demonstrar desinteresse e inquietação.
• Chegar ao local da entrevista com 15 a 20 minuto de antecedência, pois chegar cedo de mais demonstra ansiedade.
• Manter a postura profissional. Nada de demonstrar intimidade com o entrevistador ou pessoas no local, mesmo que o entrevistador seja um “amigo de infância” é necessário manter a postura e evitar beijinho ou abraço e sim, cumprimentar com formalidade.
• Comparecer sozinho a entrevista de emprego. Em pleno século 21, algumas pessoas ainda levam o pai, a mãe, uma irmã ou o esposo para acompanhá-la a uma entrevista. Tal atitude demonstra total imaturidade e insegurança.
• Não interromper o selecionador durante a entrevista, principalmente para perguntar sobre o salário, demonstrar interesse demasiado no salário não é de bom tom. Deixe que o entrevistador faça as perguntas sem interrupção.
• Esperar pacientemente a hora da entrevista. Alguns entrevistados ficam impacientes com a “demora”, muitas vezes proposital, e chegam a mencionar que tem “Outras coisas para fazer”, transparecendo que aquela oportunidade, no momento, não é tão importante para ele.
• Usar roupas discretas, nada de decote, cores muito fortes, bijuterias muito chamativas, maquiagem excessiva ou roupas curtas.
• Seja Cortez, um bom dia, com licença e obrigada(o) abre portas e proporciona oportunidades.
• Acredite em seu potencial, a confiança é algo necessário, porém, sem destilar arrogância.

São algumas dicas simples para obter sucesso em uma entrevista de emprego.
Próximo texto falaremos sobre COMO RESPONDER AS PRINCIPAIS PERGUNTAS DA ENTREVISTA.

 

Por :  Kelly Dourado:

Administradora de Empresas, Pedagoga, Especialista em Gestão de Pessoas, Docente do Ensino Superior, Locutora Apresentadora DRT 6734

Contato: (71) 98736-2582 Zap



Reeleição de Maia ameaça coesão da base aliada


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Em ano de votações cruciais para o Palácio do Planalto no Congresso, o presidente Michel Temer pode começar 2017 tendo de contornar uma crise na própria base aliada. Com a judicialização da disputa pela presidência da Câmara e a preferência velada do governo pela reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), a briga pelo comando da Casa deve abrir fissuras na relação entre aliados, colocando em xeque o andamento das reformas da Previdência e trabalhista. Em ampla movimentação para desarticular os partidos do Centrão, Maia já vem recebendo sinais de que poderá receber o apoio de legendas que compõem o bloco informal, como PR, PRB e PP. Candidato ao cargo, o líder do PSD, Rogério Rosso (DF), apresentou uma consulta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) questionando a possibilidade de reeleição de membros da Mesa Diretora, mas o colegiado só voltará a deliberar após 1.º de fevereiro, data da eleição. O deputado deverá insistir com a Mesa sobre a possibilidade de convocação extraordinária da CCJ em janeiro para analisar a consulta antes da eleição. Ele também já cobrou a divulgação do calendário e dos procedimentos previstos para a votação. Ainda assim, Rosso e o líder do PTB, Jovair Arantes (GO), outro candidato da base aliada de Temer, esperam mesmo uma eventual decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello que inviabilize Maia. “Estou vendo ministros já se metendo, e isso é negativo”, disse Jovair, que afirmou ter percebido uma “preferência por parte do governo”. Ainda assim, o líder do PTB disse que vai procurar Temer para insistir que ele não atue nos bastidores em favor de Maia. “Vou dizer que minha candidatura é irreversível e vou pedir, mais uma vez, sua isenção.” Foi em um cenário de interferência do governo em favor de seu candidato que o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi eleito presidente da Câmara em 2015. O peemedebista derrotou o petista Arlindo Chinaglia (SP), preferido da então presidente Dilma Rousseff, e assumiu uma postura de oposição, impondo derrotas sucessivas à gestão petista. “Não haverá fissura na base porque o governo vai ficar de fora do processo”, disse o líder do governo na Câmara, André Moura (PSC-SE).

Estadão