PARTIDOS MUDAM DE NOME DE OLHO EM 2018

Renan Melo Xavier | Poder360 Na publicidade, quando uma empresa passa por uma transformação de marca, diz-se que ela está em processo de “rebranding”. Esse movimento …



Temer é o mesmo “Tremito” da lista da Odebrecht ligado a R$ 19 milhões?


Nome de Temer, ou Temito, aparece atrelado a uma propina de R$ 19 milhões na lista da Odebrecht. (Foto: Agência Brasil)

A PGR investiga se Michel Temer é o Tremito, apelido associado a uma propina de R$ 19 milhões da Odebrecht. O apelido não foi esclarecido nas delações, embora a empresa tenha entregado um extrato de R$ 40 milhões de propina paga para diferentes peemedebistas devido a um contrato de prestação de serviços para a área internacional da Petrobras em nove países. Delatores da Odebrecht deverão ser reinquiridos para que se esclareça quem é o Tremito.

A informação é da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo.


Ex-ministro de Temer, Geddel Vieira Lima é preso pela Polícia Federal na Bahia


 

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) foi preso na tarde desta segunda-feira (3/7) pela Polícia Federal. Já havia uma expectativa que isso pudesse ocorrer desde a última semana. Há dias vazou uma informação, que teria partido do próprio Ministério Público Federal, que Geddel era o próximo alvo da operação.

O peemedebsita ofereceu seu passaporte e colocou seu sigilo bancário à disposição do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).  Em petição apresentada na noite de segunda-feira (12/6), dentro do inquérito que investiga Temer no Supremo, Geddel citou notícia veiculada no mesmo dia pela coluna do jornalista Lauro Jardim no jornal O Globo, em que se afirma que o ex-ministro seria “o próximo alvo do Ministério Público”, e que o órgão poderia pedir sua prisão.

A prisão é de caráter preventiva, sem tempo determinado de duração. A Polícia Federal suspeita de esquema de fraudes na liberação de créditos entre 2011 e 2013, denuncia que faz parte da operação Cui Bono? (“A quem beneficia?”, em latim), deflagrada em janeiro desde ano, que já observada Geddel e sua gestão na vice-presidência de pessoa jurídica na Caixa Econômica Federal.  O político baiano estaria tentando obstruir a investigação de supostas irregularidades na liberação de recursos do órgão.


Proposta de engavetar denúncia contra Temer só tem apoio ‘oficial’ de 44 deputados


Deputados que aprovam ‘engavetamento’ fazem parte da base do governo

Desde que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) encaminhou a denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) à Câmara, apenas 44 deputados federais se manifestaram publicamente contra a sua aprovação. Entre aqueles que não concordam com a autorização para que o STF aceite a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR), a maioria é do PMDB e do PP – que fazem parte da base do presidente. De acordo com levantamento feito pelo jornal O Globo, 121 parlamentares defendem explicitamente que a autorização seja concedida, principalmente de partidos como PT, PDT, PCdoB e PSB. A cauda, contudo, também recebe apoio de alguns membros de legendas da base governista, incluindo PSDB, PR, PSD, DEM e PP. A maioria dos deputados não quis responder ao questionamento feito pelo jornal: 197 não responderam sua posição, enquanto 74 se colocaram como indecisos. Para que haja uma investigação criminal contra um presidente da República, é necessário que dois terços da Câmara (342 deputados) autorizem o STF a avaliar a denúncia. Caso a Corte identifique elementos para torna-lo réu, o chefe do Executivo é afastado e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assume a vaga. Para que não haja a investigação, o Palácio do Planalto precisa convencer mais 128 aliados, além dos 44 que já se posicionaram, a votarem contra ou se ausentarem do plenário. A maioria dos parlamentares alega que ainda precisa conhecer o teor da denúncia antes de tomar uma decisão.


PF mira a cúpula dos transportes do Rio


A Polícia Federal mandados nesta segunda-feira, 3, contra a cúpula do sistema de transporte do Rio. A operação é uma sequência da acão que prendeu o empresário Jacob Barata Filho na noite de domingo, 2, no Aeroporto Internacional do Rio, o Galeão.Os mandados foram expedidos pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7 Vara Federal do Rio. A investigação é da forca-tarefa do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.A operação tem como base delações premiadas do doleiro Álvaro Novis e do ex-presidente do Tribunal de Contas do Rio Jonas Lopes.A PF cumpre hoje oito mandados. A investigação mira propina de ao menos R $ 260 milhões.São alvos de mandado de prisão Lelis Teixeira, ligado à Federação dos Transportes do Rio, e Renato Onofre, ligado ao Departamento de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro (Detro). Onofre teria recebido R$ 40 milhões em propina.

Estadão


Gasto do governo sobe o dobro do permitido pelo teto


O presidente Michel Temer

O teto dos gastos enfrenta a sua primeira prova de fogo no ano que vem. Pela regra, a despesa da União poderá crescer pouco mais de 3%. No entanto, a previsão é que as despesas obrigatórias com INSS, aposentadorias de servidores federais e benefícios a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda crescerão mais que o dobro desse valor permitido: 8%. O limite para o crescimento de gastos da União é uma das principais medidas econômicas do governo Michel Temer. Ao colocar freio nas despesas, o Estado sinaliza que tem compromisso com a saúde das finanças públicas e preserva a confiança junto a investidores. Pela regra, o gasto anual corresponde à inflação oficial, medida pelo IPCA, acumulada em 12 meses até junho do ano anterior. Junho já passou e é possível traçar cenários. O IPCA-15, prévia do índice, aponta uma alta de 3,52% entre junho do ano passado e junho deste ano. O resultado final (que valerá para o teto de 2018) deve ser ainda menor, segundo economistas, porque a inflação segue em queda. Leia mais no Estadão.

Estadão